NATURA ANUNCIA COMPRA DA BRITÂNICA THE BODY SHOP

A empresa de cosméticos Natura anunciou ter concluído nesta segunda-feira (26/06) a compra de 100 por cento da marca britânica The Body Shop que pertencia à francesa L'OrealA compra foi feita por meio da Natura International, que tem sede na Holanda.

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A Natura informou que a aquisição não está sujeita a deliberação de decisão de assembleia de acionistas da companhia.
"Ainda assim, como boa prática de governança corporativa, e para que os acionistas tenham a oportunidade de se manifestar sobre a aquisição, a companhia tem a intenção de realizar uma assembleia geral extraordinária", diz trecho do comunicado, adicionando que a convocação será feita oportunamente. O fechamento da operação segue condicionado às aprovações regulatórias, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos. 
A Natura havia informado no dia 9 que entrou em negociações exclusivas com a L'Oreal para comprar dela a marca, num negócio que pode movimentar 1 bilhão de euros. Com a aquisição, a fabricante de cosméticos brasileira ganha dimensões internacionais, com um faturamento somado de 11,5 bilhões de reais, presença em 70 países e uma força de vendas de 1,8 milhão de consultoras independentes, além das 3.200 lojas espalhadas pelo mundo.  


Loja The Body Shop em Maceió


Por Reuters

PREOCUPAÇÃO

O ser humano possui uma triste tendência à preocupação, ou seja, a pré-ocupar sua mente com os problemas que estão por vir. A vida em sociedade está realmente complicada, porém, um grande número de pessoas permite que sua vida individual se deixe envolver demasiadamente nesta complicação social. É preciso que cada um busque encontrar tranquilidade para enfrentar estas dificuldades sem maiores desgastes para sua vida. Com a mente ligada nos vários momentos da vida diária, além de eliminar o condicionamento de pré-ocupa-lá, o indivíduo desenvolve um senso de si mesmo. A mente saudável, plenamente consciente do que se passa ao seu  redor, não dá lugar a preocupações, trazendo à pessoa tranquilidade para bem viver a sua vida.

                        
Dra. Ely Barreto, Psicóloga

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QUESTÃO DE GÊNERO

Já há algumas décadas surgiu a questão de "gênero". Entre nós ela vem se acentuando cada dia mais. Em meio a tantas interrogações temos que encontrar alguns pontos de apoio. Em primeiro lugar nenhuma pessoa de bom-senso vai deixar de reconhecer a importância do sexo genético e biológico. Como também ninguém vai deixar de reconhecer que há um certo número de pessoas que se sentem numa espécie de impasse psicológico diante da pergunta: "quem sou eu?" Da mesma forma ninguém vai deixar de reconhecer que sobre a maneira de nos sentirmos seres sexuados e nos comportarmos vão incidir fatores histórico-culturais. Nossa identidade sexual se dá numa espécie de dialética permanente entre masculinidade e feminilidade. É no face a face que nos construímos como homens ou como mulheres.

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Frei Antonio Moser, OFM
            

A ARTE DA GUERRA DE SUN TZU

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Sun Tzu foi um general, estrategista e filósofo chinês. Sun Tzu é mais conhecido por sua obra A Arte da Guerra, composta por 13 capítulos de estratégias militares.
Sun Tzu, também grafado como Sunzi, foi uma figura histórica cuja existência é questionada por vários historiadores. Seu nome de nascimento era Sun Wu, sendo Sun o seu sobrenome, e Tzu um título que significa "Mestre". Tradicionalmente, Sun Tzu terá vivido no Período das Primaveras e Outonos da China (722 a.C. – 481 a.C.) como general do Rei Hu Lu. Historiadores mais recentes, que admitem a sua existência, datam o seu trabalho, A Arte da Guerra, do Período dos Reinos Combatentes (476 a.C. – 221 a.C.), baseado nas descrições da guerra desse livro, e pela semelhança da forma de redação do texto com outros trabalhos feitos no início do período dos Reinos Combatentes.
Durante os séculos XIX e XX, A Arte da Guerra de Sun Tzu, ganhou grande popularidade sendo adaptado na prática pelo mundo Ocidental, continuando os seus trabalhos a influenciar as culturas e políticas tanto dos mundos Asiático como do Ocidental. 
A Arte da Guerra é atribuída a Sun Tzu. Representa uma filosofia de guerra para gerir conflitos e vencer batalhas. É aceita como obra-prima em estratégia e frequentemente citada e referida por teóricos e generais, desde que foi publicada, traduzida e distribuída por todo o mundo. Esta obra não só é popular entre teóricos militares, mas também tem vindo a crescer de interesse, e a ser utilizado, no campo político, em particular os seus líderes, e no mundo empresarial. Embora o seu título remeta para a guerra, este livro descreve o conceito de estratégia de um modo amplo, abrangendo o planejamento e a administração pública. O texto estabelece teorias de batalha, mas também defende a diplomacia e o relacionamento com outros povos como fatores essenciais ao bem-estar do Estado. 

Wikipédia

122.648 pessoas terão atrasados do INSS acima de R$ 47 mil


Imagem relacionadaO CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou R$ 9,726 bilhões para o pagamento dos atrasados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e de outros órgãos federais acima de R$ 47.280. Ao todo, 122.648 segurados e servidores públicos serão beneficiados em todo o país.
Neste ano, recebem a grana os segurados do INSS que ganharam uma ação de revisão ou concessão de benefício e que tiveram o pagamento liberado pelo juiz entre 2 de julho de 2015 e 1º de julho de 2016.
Como parte dos pagamentos foi autorizada em 2015, o valor mínimo a ser depositado foi calculado sobre o salário mínimo do país naquele ano, que era de R$ 788. Para o TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, foram liberados R$ 2,477 bilhões para o pagamento de 22.354 beneficiários.
                        GOVERNO VAI PAGAR EM AGOSTO 13º
O governo federal pretende manter em agosto a antecipação da aprimeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS. A intenção foi confirmada em Brasília ontem (01/06) pelo presidente Michel Temer (PMDB) em conversa com representantes de sindicatos, seguindo o presidente do SINDNAPI - Sindicato Nacional dos Aposentados, João Inocentini. "Temer disse que considera a antecipação um direito já adquirido pelos beneficiários e não haveria motivos para negar isso", afirmou.
               
                  Agora São Paulo

TERRA: NOSSA CASA COMUM

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O planeta Terra e nossa casa comum e temos uma responsabilidade para com ele. O Papa Francisco fala de cuidar do planeta, de que a Bíblia nos convida a "cultivar e guardar". Podemos usar do que é necessário para a sobrevivência, mas não podemos destruir e temos de garantir nossa casa comum para as gerações futuras. Ninguém é dono absoluto da terra. Devemos respeitar as leis da natureza e saber que nossa existência humana se baseia em três relações: "as relações com Deus, com o próximo e com a terra". Quando rompemos essas relações o pecado se manifesta "nas guerras, nas várias formas de violência e abuso, abandono dos mais frágeis, nos ataques contra a natureza". A Terra estava aqui antes de nós, ela é dom de Deus, não é uma propriedade.
     
                          
Frei Rodrigo Amédée Péret, OFM
                                   





MALDADE

A origem da maldade é uma grande questão da história do pensamento filosófico e teológico. O escritor britânico Joseph Conrad (1857-1924) é autor de uma obra de 1902, Coração das Trevas, que inspirou o filme Apocalipse Now, de 1979. Marlon Brando (1924-2004) faz o papel do Coronel Curtis, um homem que precisa sere eliminado pelas forças norte-americanas, embora fosse um coronel do exército do país, porque, em tese, praticava o mal, assassinava, e teria supostamente enlouquecido, ido para as trevas. Por isso, Joseph Conrad dizia que "a crença numa fonte sobrenatural do mal não é sempre necessária. O homem, por si só, é capaz de qualquer perversidade". Quase que dizia "não precisa de demônio", alguns são capazes de maldade por si.

                          
Mario Sergio Cortella
Filósofoescritor e educador



                       

BAIXO DESEMPENHO DA ECONOMIA ACELERA QUEDA NA RENDA DOS MÉDIOS E PEQUENOS NEGÓCIOS

Dona Josefa Alves, 23 anos de feira

Amendoim, R$ 4,00 a "lata" de 900 ml, vendido em várias feiras de Arapiraca

O péssimo desempenho da economia nos últimos anos vinha sendo uma preocupação para os grandes empresários de corporações, grupos de empresas de vendas em grosso e distribuição de gêneros em todo o país, assim como estabelecimentos comerciais, redes hoteleiras, turismo, viagens e negócios diversificados. Agora, entretanto, o desaceleramento elevado do setor econômico agravou a crise nos médios e pequenos negócios em Arapiraca e praticamente em todo o Estado de Alagoas. Os estabelecimentos do comércio de alimentos e no varejo, da cidade, foram atingidos em massa com a indisposição do público consumidor em aumentar as compras domésticas necessárias à manutenção das famílias. É que as pessoas de média e baixa renda vinham dando preferência nas compras aos supermercados, por seus preços variados e aceitáveis no varejo. Como, porém, o desemprego, baixo rendimento, com pouco dinheiro em circulação, pequeno poder aquisitivo e de um modo geral o povo ficando mais pobre a cada dia, a barra ficou pesada, difícil de se viver. As pessoas que não têm noção das dificuldades da inflação, medida pelo custo de vida, não se ligam na problemática que os pais e mães de família encontram quando saem de casa para adquirir mantimentos e gêneros para reforçar a cozinha. Só se sabe realmente quanto custam os alimentos e outros produtos para casa quando se vai à feira livre ou aos supermercados. Lá o consumidor vai ter uma ideia real do valor da sua economia. Enquanto os empresários passam momentos difíceis, os pequenos e médios donos de negócios, inclusive os bares e restaurantes populares sobrevivem à duras penas. Até o restaurante popular da cidade, mantido pela prefeitura no centro de Arapiraca (Praça Manoel André) em convênio com o governo federal, não suportou a crise e fechou as portas.

                 QUANTO CUSTA O SEU DINHEIRO?

Os comerciantes dos supermercados e os feirantes que trabalham no comércio varejista de alimentos e gêneros de utilidade doméstica se preocupam em manter o bom relacionamento com a clientela, para fazer  bons negócios, mas esse fator não interessa ao consumidor, que está mesmo interessado é em investir de acordo com a sua reserva financeira. Então, ao adentrar na feira ou supermercado, ele vai encontrar no momento, feijão carioca (quilo) a RS 5,00 e R$ 6,00, feijão vage roxa, R$ 12,00,  macaxeira, R$ 2,00, batata doce, R$ 3,00 o quilo, carne de galinha abatida, R$ 9,00, carne de boi R$ 16,00 (patinho), carne de porco, dianteira, R$ 15,00, batatinha, R$ 2,50, tomate, R$ 2,50, peixe (pescada), R$ 12,00, pilombeta (quilo), R$ 20,00, alface (pé) R$ 1,00, banana maçã, R$ 12,00 (a dúzia), feijão de corda verde (uma lata de 900 ml, menos de um quilo), R$ 6,00, farinha de mandioca, R$ 5,00, produzida em Arapiraca e vendida a granel em sacos de 50 quilos Uva, R$ 4,00 e R$ 5,00 o quilo, cenoura, R$ 3,00. Ao fim, o cliente tem que pechinchar, com o cuidado de não tentar passar a perna no comerciante, em se fazer de bobo. Na hora das compras é que se tem um julgamento correto do valor do dinheiro ganho com o suor do trabalho. "Aí a gente aprende a economizar", como diz a professora de culinária, Maria do Carmo Santos.
Ao fim das compras, o consumidor vai concluir que o dinheiro do seu bolso está desvalorizado, difícil de ganhar, enquanto as mercadorias sobem mais do que o previsto, por causa da inflação.

                    OS FEIRANTES PAGAM A CONTA

Os vendedores dos gêneros alimentícios (frutas, legumes e verduras) da feira de Arapiraca, às segundas, estão pagando caro para sobreviver no ramo. A feira da maior cidade do interior alagoano já foi uma das maiores do nordeste. No entanto, está perdendo sua força ,porque além da crise, tem por concorrentes os supermercados e outras feiras que funcionam em dias diferentes em vários bairros, como o Brasília, Canafístula, Baixão, Rua N. S. da Salete, Canaã, Vila São José, Rua São Paulo e no bairro Primavera, também  aos domingos.
A vendedora de frutas e legumes, Josefa Alves (57 anos), casada, mãe de um filho, que há 23 anos trabalha no mesmo lugar, às segundas-feiras, está muito triste com os prejuízos da crise. Ela e os demais feirantes pagam R$ 14,00 para manter o ponto com uma banca, semanalmente. Para ter direito a trabalhar na feira, ela é obrigada a pagar R$ 10,00, pela  banca e R$ 4,00 pelo direito ao ponto. Se acontecer de ela não comparecer, tem que pagar de qualquer forma. Se deixar de cumprir o compromisso é expulsa da feira e substituída por outra pessoa, afirma Josefa Alves. "Vou abandonar a feira, não aguento mais. Tenho de tratar da minha saúde por causa das dores que tenho nos ossos, uma hérnia de disco e um "bico de papagaio", conta ela à reportagem deste blog, se lamentando.
Já a dona da pequena lanchonete "Limão Verde", na Rua Pedro Leão, no bairro Baixão, Maria Edneide, 44 anos, mãe de dois filhos, vende uma refeição "quentinha", por R$ 6,99. Ela disse que o movimento caiu de tal forma que chega a pensar em desistir do negócio. "As vendas estavam baixas e com as fortes chuvas que desabaram nos últimos dias, parou tudo. Não se vende nada"! Desabafou.

Edneide, até as chuvas de maio...





           
...fizeram o movimento em sua lanchonete cair