| Randolfe Rodrigues |
Ao fazer as considerações finais durante o julgamento do pedido de cassação do mandato de Demóstenes Torres (sem partido-GO), o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse que os parlamentares devem dar o exemplo e que não se pode entender que decoro parlamentar seja um "Favor" que se faz à população. "Temos que ser exemplo e fazer exemplo", disse o senador ao se pronunciar em nome do seu partido, o autor da representação contra Demóstenes no Conselho de Ética do Senado.
"Decoro parlamentar, conduta moral não é um alerta, não é um favor que fazemos à população. É um comportamento exigido a quem se dispõe à função republicana", disse o senador, que acusou Demóstenes de ludibriar os demais parlamentares ao discursar em plenário negando as acusações".
Ao ser cassado por 56 votos contra 19, no Senado, Demóstenes fica inelegível até 2027. Em seu lugar toma posse hoje (12), o primeiro suplente do afastado, Wilder Pedro de Morais (44 anos), do DEM-GO, o empresário mais rico de Goiás, que doou R$ 7OO mil para a campanha de Demóstenes e tem relações com Carlinhos Cachoeira, o contraventor que está preso por envolvimento em esquema de jogo ilegal e rede de corrupção.
Wilder Pedro de Morais declarou um patrimônio à Justiça Eleitoral de R$ 14,4 milhões. Ele foi casado com Andressa Mendonça, atual mulher do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, O Carlinhos Cachoeira, figura central do escândalo que rola no Senado na apuração, através da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), no momento, de um do maiores esquemas de corrupção política da República.
"Nesse esquema violento, criminoso e nefasto que afeta ferozmente a população brasileira e compromete o sistema econômico-social e político do país, deve-se julgar ainda na CPMI, políticos, empresários e diversas pessoas envolvidas em casos de corrupção, como é o caso do governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), que é acusado de receber cheques com valores acima de um milhão e 500 mil reais de empresas fantasmas abastecidas pela DELTA CONSTRUÇÕES, que atua em todo o país em um perverso projeto de corrupção em prefeituras, governos estaduais e federal", segundo fontes do Congresso Nacional.
A CPMI está de olho também nas investigações contra o prefeito de Palmas, Tocantins, Raul Filho (PT), que foi denunciado por ter recebido R$ 150 mil de Carlinhos Cachoeira. Ele nega a acusação,mas falou em uma verba de um milhão de reais que lhe foi oferecida e que não chegou a ser recebida. A CPMI não engoliu a sua tese de defesa.O substituto de Demóstenes no Senado , Wilder Pedro de Morais, é outro que ingressa na casa sob a luz vermelha do Conselho de Ética, por seu relacionamento com Carlinhos Cachoeira", de acordo com informações de conhecidos observadores da área federal.
"Decoro parlamentar, conduta moral não é um alerta, não é um favor que fazemos à população. É um comportamento exigido a quem se dispõe à função republicana", disse o senador, que acusou Demóstenes de ludibriar os demais parlamentares ao discursar em plenário negando as acusações".
Ao ser cassado por 56 votos contra 19, no Senado, Demóstenes fica inelegível até 2027. Em seu lugar toma posse hoje (12), o primeiro suplente do afastado, Wilder Pedro de Morais (44 anos), do DEM-GO, o empresário mais rico de Goiás, que doou R$ 7OO mil para a campanha de Demóstenes e tem relações com Carlinhos Cachoeira, o contraventor que está preso por envolvimento em esquema de jogo ilegal e rede de corrupção.
Wilder Pedro de Morais declarou um patrimônio à Justiça Eleitoral de R$ 14,4 milhões. Ele foi casado com Andressa Mendonça, atual mulher do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, O Carlinhos Cachoeira, figura central do escândalo que rola no Senado na apuração, através da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), no momento, de um do maiores esquemas de corrupção política da República.
"Nesse esquema violento, criminoso e nefasto que afeta ferozmente a população brasileira e compromete o sistema econômico-social e político do país, deve-se julgar ainda na CPMI, políticos, empresários e diversas pessoas envolvidas em casos de corrupção, como é o caso do governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), que é acusado de receber cheques com valores acima de um milhão e 500 mil reais de empresas fantasmas abastecidas pela DELTA CONSTRUÇÕES, que atua em todo o país em um perverso projeto de corrupção em prefeituras, governos estaduais e federal", segundo fontes do Congresso Nacional.
A CPMI está de olho também nas investigações contra o prefeito de Palmas, Tocantins, Raul Filho (PT), que foi denunciado por ter recebido R$ 150 mil de Carlinhos Cachoeira. Ele nega a acusação,mas falou em uma verba de um milhão de reais que lhe foi oferecida e que não chegou a ser recebida. A CPMI não engoliu a sua tese de defesa.O substituto de Demóstenes no Senado , Wilder Pedro de Morais, é outro que ingressa na casa sob a luz vermelha do Conselho de Ética, por seu relacionamento com Carlinhos Cachoeira", de acordo com informações de conhecidos observadores da área federal.
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